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Lab 3.2: Boas práticas ao adotar pipelines de CI/CD

Abaixo, vamos listar as práticas recomendadas para implantar pipelines de CI/CD na sua iniciativa de Automações Inteligentes.

Práticas recomendadas

  1. Versione Tudo Como Código (Prompts, Código e Infraestrutura)

    Trate os prompts, as configurações de ferramentas e a definição do pipeline como parte do código-fonte, armazenando tudo em um repositório Git. Isso cria uma "fonte da verdade" única, garantindo que qualquer alteração, seja no código ou na lógica do agente, seja rastreável, testável e facilmente reversível, agilizando a manutenção.

  2. Automatize Testes de Comportamento, Não Apenas de Unidade

    Crie uma suíte de avaliação com cenários de teste padrão (um "golden set"). O pipeline deve executar o agente contra esses cenários para validar a qualidade e a lógica das respostas, não apenas se o código executa. Isso garante que mudanças em prompts ou modelos não degradem o comportamento do agente em produção.

  3. Adote Implantação Progressiva (Canary ou Blue-Green)

    Nunca implante uma nova versão do agente para 100% das tarefas de uma vez. Use o pipeline para liberar a nova versão para uma pequena fração das execuções (ex: 10%). Monitore seu custo, latência e taxa de sucesso em um ambiente real. Isso permite validar o impacto com risco mínimo e reverter instantaneamente se necessário.

  4. Centralize o Gerenciamento de Segredos e Configurações

    Utilize um "cofre" de segredos (como AWS Secrets Manager, Azure Key Vault ou HashiCorp Vault) para gerenciar chaves de API e outras credenciais. O pipeline deve injetar essas credenciais de forma segura durante a implantação. Isso desacopla a lógica do agente de seus segredos, facilitando a rotação de chaves e a manutenção da segurança sem alterar o código.

  5. Implemente Observabilidade Focada no Agente Configure seu pipeline para que cada implantação seja monitorada com métricas específicas de agentes. Além de performance (CPU/memória), rastreie o custo por execução (tokens), as ferramentas mais utilizadas, a latência de decisão e a taxa de sucesso das tarefas. Ter esses dados à